terça-feira, 24 de abril de 2012

MA: No mesmo dia em que foi executado, jornalista havia noticiado prisão de servidores do TJ

Fotos e informações jornalísticas sobre uma operação da Polícia Civil maranhaense ainda estão no Blog do jornalista Décio Sá. Elas foram divulgadas horas antes pelo repórter em sua página.

A ação resultou na prisão de servidores do Tribunal de Justiça local e na apreensão de R$ 400 mil.

Veja os detalhes!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Outros tempos...

Estupro no ar

Fonte: Folha de S.Paulo

Hélio Schwartsman

SÃO PAULO - Se houve, de fato, estupro no "BBB 12", eu não sei. O que sei é que está em curso uma pequena revolução cultural, que redefine o conceito de liberdade sexual e vem exigindo mudanças na legislação.

No caso brasileiro, elas vieram em 2009, quando todo o capítulo do Código Penal que trata dos chamados atos libidinosos foi reescrito. Expressões anacrônicas como "mulher honesta" e "virgem" desapareceram sem deixar saudades. Homens e mulheres foram igualados em termos de direitos e responsabilidades, e a noção-chave de "manifestação da vontade" fez sua tardia estreia nas leis que regulamentam o sexo.

Tais mudanças eram mais do que necessárias, mas seria um erro acreditar que agora já está tudo resolvido. A julgar pelos precedentes em outros países, a introdução da ideia de consentimento como precondição para a relação sexual -que está apenas esboçada na legislação brasileira, mas já é a regra em vários Estados norte-americanos-, nos coloca diante de outro tipo de dificuldade.

Com efeito, quando o estupro era definido apenas em termos de violência física (a mulher que não reagisse à agressão não podia nem mesmo reclamar a posição de vítima) era relativamente fácil encontrar hematomas e fissuras que confirmassem a história. Depois que o critério passa a ser o consentimento, escancararam-se as portas para a indefinição.

Em que condições a aquiescência pode ser presumida? Como proceder quando surge uma guerra de versões? A própria semântica deixa de ser território seguro, pois há situações em que um "não" significa "sim" e outras em que o "sim" deve ser interpretado como um "não".

A barafunda é tamanha que já há juristas norte-americanos que defendem que cada relação sexual seja precedida de negociações contratuais que explicitem os respectivos consentimentos e os limites da brincadeira. Embora prudente, tal prática sacrificaria algo do romantismo.

Hélio Schwartsman é articulista da Folha. Bacharel em filosofia, publicou "Aquilae Titicans - O Segredo de Avicena - Uma Aventura no Afeganistão" em 2001. Escreve na página 2 às terças, quartas, sextas, sábados e domingos. Na Folha.com, escreve às quintas-feiras.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Veja íntegra de algumas das reportagens que faturaram o Esso 2011

Para acessar o conteúdo da reportagem basta clicar sobre a matéria abaixo.

Prêmio Esso de Jornalismo

O patrimônio e as consultorias que derrubaram Palocci --Folha-- Andreza Matais, José Ernesto Credendio e Catia Seabra

Reportagem

O nascimento de Joicy --Jornal do Commercio (Recife) -- Fabiana Moraes

Regional Norte/Nordeste
O paraíso às avessas --Jornal do Commercio (Recife)-- Ciara Carvalho

Melhor repórter cinematográfico
(Prêmio distinção e contribuição ao telejornalismo)
O resgate de dona Ilair --Rogério Miguel de Paula-- Rede Inter TV

E o troféu "Pinóquio" vai para...

Carlos Lupi, do Trabalho, ou melhor, aquele que dá trabalho para a presidente Dilma, leva prêmio "Pinóquio" 2011.

Veja trajetória até a consagração!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Roubaram até as vassouras do ato contra corrupção

É demais, não é? Surrupiaram 50 vassouras do ato promovido por entidades, em Brasília, que pediram o fim da corrupção.

Leia aqui notícia completa

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Uma análise isenta sobre os 10 anos dos atentados nos EUA

O mundo não mudou com o 11 de Setembro

Rubens Barbosa - O Estado de S.Paulo

Em 11 de setembro de 2001 o mundo surpreendeu-se com os ataques às torres gêmeas, ao Pentágono e, se um deles não tivesse sido abortado, possivelmente o Congresso ou a Casa Branca teriam sido atingidos.

Como embaixador em Washington, acompanhei de perto a perplexidade da sociedade norte-americana ao ver aviões, sequestrados por membros da então pouco conhecida organização terrorista Al-Qaeda, serem usados como verdadeiros mísseis contra os símbolos do poder dos EUA em New York e em Washington.

A reação do governo americano, no entanto, não tardou. A decisão do presidente George W. Bush de declarar combate total ao terrorismo e de proclamar, talvez de forma excessiva, os EUA uma nação em guerra recebeu apoio de todos os americanos. Formou-se um consenso de que o mundo a partir daquele instante seria outro.

"O mundo mudou", era o que diziam os analistas e o que se lia na mídia internacional. Passados dez anos, já com alguma perspectiva histórica, cabe examinar quais as reais consequências daqueles atos terroristas.

Ao contrário do que se afirmou na época e ainda hoje se repete, o mundo não mudou. O que de fato mudou foram os EUA - para pior - e a agenda internacional, na qual segurança e terrorismo passaram a ter prioridade absoluta, por influência de Washington.

Os EUA, logo após os atentados, e durante o primeiro mandato Bush, reagiram com mão pesada e ampliaram as suas ações globais de forma unilateral.

Embora o ataque ao Afeganistão tenha sido aceito pela comunidade internacional em virtude do objetivo declarado de capturar Osama bin Laden - responsável pelos atos terroristas -, a invasão do Iraque, baseada em evidências falsas, despertou condenação generalizada dentro e fora do país. A Estratégia de Segurança Nacional, de 2002, reforçou o poder dos EUA ao afirmar a nova doutrina de ação preventiva e de mudança de regime, para assegurar a defesa dos interesses do Estado norte-americano.

O mundo naquele momento era unipolar, como já acontecia desde a queda do Muro de Berlim e a primeira Guerra do Golfo, em 1991. O multilateralismo estava em declínio e as Nações Unidas se viam marginalizadas.

No âmbito doméstico, foram aprovadas legislações radicais que afetaram o modo de vida dos que vivem no território americano e arranharam a Constituição, no capítulo das liberdades civis. O Patriot Act, verdadeiro Ato Institucional n.º 5, suspendeu o habeas corpus, restringiu a livre movimentação de pessoas, invadiu sua privacidade e, por meio de ordens executivas presidenciais posteriores, permitiu o uso da violência física para obter informações, como comprovado pelas notícias de tortura em Guantánamo, Abu Ghraib (Iraque) e em alguns outros países ocidentais e do Oriente Médio, cooptados pelo governo dos EUA. Esses instrumentos de repressão a suspeitos de ações terroristas ainda estão em vigor.

Algumas percepções - tomadas como verdades absolutas depois dos ataques - mostraram-se equivocadas:

Os EUA manteriam um papel central no mundo e sua liderança global seria incontestável.

Já no segundo mandato de George W. Bush a situação começou a mudar, mas a preocupação com o terrorismo se manteve alta. O poder unilateral dos EUA foi perdendo força, mas a doutrina da "guerra global contra o terror" não desapareceu, como se viu na invasão do espaço aéreo do Paquistão para capturar e matar Bin Laden e nos ataques com veículos não tripulados à liderança da Al-Qaeda no Afeganistão.

A segurança do Ocidente ficaria refém da luta contra os terroristas islâmicos por longo tempo.

Na realidade, o choque de civilizações não ocorreu e a ideia de que no século 21 seria criado um califado islâmico global provou ser uma fantasia dos conservadores bushistas.

O Oriente Médio se transformaria por influência da democracia liberal ocidental.

Rejeitando interferências externas, os movimentos populares que ocorrem no Oriente Médio e no Norte da África, não são resultado de pressão liderada pelos EUA.

Nos últimos dez anos o mundo virou de ponta-cabeça, alterando-se de forma radical a geopolítica e a economia global. O atual cenário internacional, contudo, pouco ou nada tem que ver diretamente com os atentados do 11 de Setembro. A disputa entre Israel e Palestina, conflitos regionais e a crise econômica e financeira que começou em 2008, e novas formas de terrorismo, como a eletrônico, via internet, continuam ou surgiram com dinâmica própria.

O século 21 está sendo moldado por forças que pouca relação têm com o 11 de Setembro. Não se ouve mais falar de guerra ao terror. Os EUA estão se retirando do Afeganistão e do Iraque. O custo das duas guerras e da indústria criada para combater o terrorismo, que sobe a mais de US$ 4 trilhões, agravou os gastos do governo, um dos motivos da deterioração da estabilidade da economia norte-americana.

O cenário internacional transformou-se, mas as reais mudanças são consequência, sobretudo, dos desarranjos das economias dos países desenvolvidos e do aparecimento dos emergentes, como, em especial, China, Índia, Rússia e Brasil. Com isso os EUA tiveram reduzido seu poder relativo na esfera política e econômica e o multilateralismo readquiriu força. Com o deslocamento do eixo dinâmico da economia global do Atlântico para o Pacífico, os novos polos de crescimento e de atração política são o maior desafio que os EUA enfrentam nos dias de hoje. Os problemas econômicos gerados pelo fracasso do sistema bancário ocidental e pela crise da dívida soberana custaram à Europa a perda de qualquer pretensão de poder e aos EUA, os AAA concedidos pelas agências de rating.

O 11 de Setembro, que o mundo acaba de lembrar, não foi uma ruptura na história das relações internacionais, mas o ponto mais elevado de tensão antiocidental.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Alô, Alô, Delegacia Fluvial!

Há um festival de arrancadas, rachas e brincadeiras perigosas sendo praticadas todos os fins-de-semana por pessoas que pilotam potentes Jet-skis no Lago Paranoá. E tudo, há poucos metros de locais impróprios como píeres, áreas de banho e margens do espelho d´água.

A baderna ocorre, geralmente, aos sábados e domingos pela manhã nas proximidades da Ascade - Associação do Servidores da Câmara dos Deputados, no Setor de Clubes Sul.

Os aventureiros se arriscam e arriscam a vida dos outros há menos de 100 metros de onde se pode ver a carcaça do Barco Imagination que naufragou ali próximo, em maio deste ano, e deixou 9 mortos.

Uma passadinha da Inspeção Naval por lá poderia dar sossego aos demais usuários do Lago.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mostra gratuita de cinema árabe no CCBB

A Mostra de Cinema Árabe reúne filmes de dez países: Argélia, Egito, Emirados Árabes, Iraque, Jordânia, Líbano, Marrocos, Palestina, Síria e Tunísia e busca “abrir uma janela para que outras culturas possam ser vistas com olhar mais reflexivo, tornar o diferente mais conhecido”, afirma Nágila Guimarães curadora da mostra junto a Lina Menzli.

Foram selecionados 17 filmes, a maior parte obra da nova geração de cineastas. Cada país de origem tem suas particularidades reveladas, sendo o cinema o instrumento de mediação dessa diversidade cultural. São obras aclamadas pela crítica internacional e que fizeram parte dos principais festivais mundiais – Cannes, Sundance, Toranto, Veneza e Berlim.

O segundo longa-metragem da diretora Raja Amari, Segredos Enterrados (Buried Secrets, 2009), foi escolhido para a abertura da mostra. O filme participou das competições dos festivais de Veneza e Abu Dhabi. Raja e Lina Chaabane Menzli, produtora, ambas tunisianas, estarão presentes ao evento e participarão de debate com o público.

"No âmbito da exposição Islã - Arte e Civilização, o CCBB traz mais uma faceta da arte dos países árabes ao público brasiliense," ressalta Luiz César, Gerente de Programação da instituição. A iniciativa conta com apoio de diversas instituições como o Instituto da Cultura Árabe, Embaixadas da França, Egito, Marrocos, Síria e Argélia no Brasil e Cinemateca da França no Brasil.

Entre as produções premiadas: Caindo por Terra (2008), de Chadi Zenedine; Filho da Babilônia (2009), de Mohamad Al Daradji, nomeado em 2010 pela Revista Variety como o Cineasta do Ano do Oriente Médio ; Cidade da Vida (2009), de Ali Mostafa, primeiro filme dos Emirados Árabes a ser distribuído nacional e internacionalmente; Outra Vez (2009), de Joud Said, o mais jovem diretor sírio a concluir um longa-metragem; Microfone (2010), de Ahmad Abdallah, primeiro filme egípcio a receber o prestigioso prêmio The Golden Tanit do festival de Cartago 2010; e Fora da Lei (2010), de Rachid Bouchared, filme indicado ao Oscar 2011 de melhor filme estrangeiro.

A Mostra de Cinema Árabe de Brasília exibirá também três documentários: VHS Khaloucha (2006), de Néjib Belkadhi, a história hilária de um cineasta amador que produz longa-metragens em VHS ; Port of Memory (2009) filme palestino e Reciclar (2007), do diretor Mahmoud Al Massad, que revela o ambiente social gerador de terroristas e imigrantes.

No dia 6 de julho, às 19h30, haverá outro debate, conduzido por Tania Montoro, PHD em Comunicação Audiovisual e Publicidade pela Universidad Autônoma de Barcelona (2001) com pós-doutoramento em cinema pela Universidade Federal do Rio de Janeiro(2009), e Guaracy Araújo, mestre em Filosofia (UFMG) e professor de Ética e Filosofia Geral na PUC-MG e na Fundação Dom Cabral (Belo Horizonte - MG).

Serviço

Onde:
CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 2, conjunto 22 – Brasília

Quando: De 28/06/2011 a 10/07/2011

A que horas: Terça a Domingo, Das 9h às 21h, consultar horário das sessões na programação.

Quanto: Entrada franca

Informações: (61) 3310-7087

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Estado da Pensilvânia (EUA) e suas fazendas de luxo

O Globo mostra hoje (16) uma galeria de propriedades rurais com estilo sofisticado na terra do Tio Sam.

Belas imagens que valem a pena ser conferidas.

Muitos destes projetos podem ser perfeitamente adaptados por aqui, já que matéra-prima natural não nos falta.

Clique aqui

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O olhar no detalhe faz toda a diferença no jornalista

Sensibilidade e tino para o que é notícia. Dois ingredientes básicos na vida do profissional do Jornalismo. Isso é o que faz a diferença entre um e outro repórter. A partir destas observações, recomendo leitura de uma reportagem do Portal G1 sobre a espera de um cachorro por seus donos.

Só que estas pessoas foram mortas numa emboscada. Trata-se de José Cláudio Silva e sua mulher, Maria do Espírito Santo, extrativistas paraenses.

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Recomendo reportagem sobre o bolo de rolo

Trata-se de uma iguaria pernambucana da qual sou fã. Mas atenção, nunca, nunca mesmo, se refira a ela como rocambole.

Leia mais aqui

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Evento em Brasília e o Jornalismo em discussão

Clique na imagem para ver programação e palestrantes

terça-feira, 3 de maio de 2011

Bazar em prol da luta contra o câncer

A Rede Feminina de Combate ao Câncer realiza, em Brasília, nos dias 17 e 18 de maio o 20º Bazar Elefante Rosa. O objetivo é arrecadar recursos para o projeto que atende mulheres que lutam contra a doença.

A organização busca doações de roupas, calçados, brinquedos, aparelhos eletroeletrônicos e brinquedos para serem revendidos no dia do bazar. O evento será realizado no estacionamento no Hospital de Base de Brasília.

Mais informações podem ser dadas pelos telefones 3315-1221/3364-5467

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Agenda Setting

Aos olhos e ouvidos de quem tem algum juízo crítico, falta paciência com a cobertura midiática, incluindo a brasileira, sobre o casalmento do príncipe William com a plebeia Kate Middleton.

Algumas emissoras All News, por aqui, anunciaram uma semana inteira de cobertura do evento. Quem pesquisa comunicação sabe que a imprensa age a partir do estabelecimento de certa agenda para cobertura dos fatos. E que sensacionalismo e futilidade sobram, por vezes, na cobertura jornalística britânica.

Agora, querer inundar os espaços midiáticos brasileiros com um evento que caberia numa edição de telejornal é demais para nós, brasileiros, que não somos mais súditos de ninguém faz alguns séculos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Fique de olho nas contas de bares, restaurantes e similares!

Circulou na internet uma amostra de que nunca é demais conferir valores das contas em botecos, bares, restaurantes ou qualquer outro estabelecimento. É difícil, muitas vezes, dado que em alguns destes lugares talvez o álcool atrapalhe tal disciplina. Mas fica o alerta.

A conta acima é o exemplo clássico de que se o cliente não tivesse conferido teria desembolsado a mais. Em vez de dar como resultado R$ 111,30, a máquina somou os valores acima e colocou R$ 173,20.

Depois da polêmica que tomou conta da rede de computadores, o Restaurante Arábia divulgou em seu blog que é um estabelecimento que começou pequeno e foi se expandindo. E que no mês de dezembro o software responsável pelo sistema operacional dessa unidade apresentou um problema. Este problema gerou erro na nota de uma cliente. O restaurante informou ainda que a cliente que recebeu esta conta não pagou a mais. Garante que ela percebeu o erro e que o cálculo foi refeito e o pagamento realizado corretamente.

Também garantiu que assim que perceberam o problema, contataram a Altec, empresa responsável pelo software que utilizam. Eles investigaram o problema e corrigiram o erro.

"Por segurança, até termos certeza que o sistema não apresenta mais falhas, passamos a conferir manualmente as contas e a Altec passou a monitorar o tempo todo o desempenho do software", acrescentou o responsável pelo restaurante, em nota postada em seu blog .

STF: É constitucional piso nacional para professor da rede pública

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, declararam a constitucionalidade da Lei 11.738/2008, na parte que regulamenta o piso nacional - vencimento básico - para os professores da educação básica da rede pública. O ministro Marco Aurélio ficou vencido.

A constitucionalidade do parágrafo 4º do artigo 2º, que determina o cumprimento de no máximo 2/3 da carga horária do magistério em atividades de sala de aula, ainda será analisada pela Corte. Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios) e, portanto, violação do pacto federativo previsto na Constituição. Com isso, não se chegou ao quorum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade da norma.

O julgamento, que durou mais de quatro horas, ocorreu na tarde desta quarta-feira (6), durante a análise da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167, ajuizada na Corte pelos governos dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará.

Com informações do Portal do STF

terça-feira, 5 de abril de 2011

Disputa política derruba administrador de Águas Claras

As informações são do DFTV

Indicação para cargo de assessor jurídico teria desagradado deputado distrital Chico Leite (PT), que nega ter pedido a demissão do administrador.

O agora ex-administrador José Júlio de Oliveira diz que a Administração de Águas Claras tinha 112 funcionários comissionados, aqueles contratados sem concurso - número que foi reduzido para 43. Oliveira nomeou o advogado José Pereira da Silva para o posto de assessor jurídico e diz que o deputado distrital Chico Leite (PT) não gostou da indicação.

“Eu fui informado que o deputado tinha ficado extremamente magoado com essa nomeação, tendo em vista ele ter tido um desentendimento com essa pessoa, que já foi inclusive assessor dele”, afirma.

Por telefone, Leite afirmou que, em conversa com o governador Agnelo Queiroz, disse que retirou o apoio a José Júlio, mas não pediu a demissão. O presidente regional do PT, Roberto Policarpo, reclama que o partido não foi consultado sobre a demissão. "O administrador estava fazendo um bom trabalho, tinha um bom relacionamento com a comunidade, portanto, não tinha motivo nenhum. Cabe ao governo explicar ao partido e à população a saída do governador", avalia Policarpo.

A assessoria do governador respondeu apenas que essas mudanças são normais em começo de governo. O atual chefe de gabinete, Rubens Ferreira da Costa, assumiu o cargo de administrador interinamente.